28 abril 2010
27 abril 2010
Dois Corações
Oh, coração que me chama
faça o que me diz e me leve com você
me ame até o infinito
e não me deixe envelhecer
Oh, coração que em mim bate
não seja teimoso e vá em frente
siga esse caminho que te apetece
e ame o amor inconsequênte.
Oh, coração meu e teu
bata com força, sempre
tranforme esse amor em poder
poder de sermos eternos.
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 19:55 0 comentários
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Trópico Meu
Por onde andam as minhas cores
minhas tão queridas cores que sempre me acompanham
As cores felizes que alegram o meu dia e o meu coração
Essas cores que aparecem do nada
refletindo o meu jeito
que me vem lembrando como gosto e quero viver.
O amarelo, verde e rosa-choque
com as listras e estrelas estampadas
que estão comigo sempre
aonde é que foram parar?
Ah, meu jeito!
esse jeito hipérbole que sou eu
essa exacerbação de felicidade que me é comum
Agora, cadê tudo isso?
Vejo o cinza
Essa mistura de preto e branco que não me alegra
Essa europa cinzenta
Quero de volta o meu país tropical
Quero o som do mar
Quero a alegria e o riso das pessoas de quem gosto
Quero o exagero das coisas que são e não são.
Quero as minhas cores perto de mim.
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 19:51 0 comentários
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Amor, quem sabe amanhã...
Não sei mais o que dizer
para fazer você acreditar
que eu estou aqui
e não quero mais voltar...
Será que isso poderia dar certo
se a gente tudo mudar
escolher um outro futuro
e por aqui resolver ficar...
Ah! Se tudo fosse assim
do jeito e do momento que eu quisesse...
escolheria estar com você
na minha cama, enquanto pudesse.
Se tudo isso que sentimos
for mesmo tão forte quanto achamos
Será que não vale a pena
mudar todos os nossos planos?
Mas e se é tudo ilusão
amanhã mudaremos de idéia
perceberemos então a decisão errada
com direito à riso de platéia.
Ah!, amor...
Se tudo fosse assim
do jeito e no momento que eu quisesse...
escolheria saber do amanhã
para te dar tudo o que você merece.
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 12:07 0 comentários
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25 abril 2010
Devir
"Devir é um conceito filosófico que qualifica a mudança constante, a perenidade de algo ou alguém. Surgiu primeiro em Heráclito e em seus seguidores; o devir é exemplificado pelas águas de um rio, “que continua o mesmo, a despeito de suas águas continuamente mudarem.” Devir é o desejo de tornar-se. Recebe também a acepção Nietzscheriana do "torna-te quem tu és", usada em um dos seus escritos.Traduz-se de forma mais literal a eterna mudança do ontem ser diferente do hoje,nas palavras de Heráclito:"O mesmo homem não pode atravessar o mesmo rio, porque o homem de ontem não é o mesmo homem, nem o rio de ontem é o mesmo do hoje". O devir é a lei do mundo.Os fenômenos se repetem,é verdade,mas não se repete o mesmo fenômeno:o raio de hoje é sempre um raio,mas não é aquele de ontem."
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 22:52 0 comentários
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22 abril 2010
Poema nº 5
Me ganhar tão rápido
Sem pedir licença, florecer
Algo que não era esperado
É como se passasse pela rua
cuidando de suas coisas comuns
quando de repente sumisse o chão
e flutuar é o seu novo andar
Se alguém puder me explicar
os por quês de tudo isso
me avise para que eu não deixe nada disso acabar.
Ps: para quem só queria o passageiro, está me saindo uma hipócrita!
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 20:45 0 comentários
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21 abril 2010
"...e nossa história não ficará pelo avesso assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar.. e até lá vamos viver, temos muito ainda por fazer. Não olhe pra trás, apenas começamos!"
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 22:13 0 comentários
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20 abril 2010
19 abril 2010
Descoberta em meio a papeis velhos...
"Luísa, minha boneca querida
Eu muito te amo com toda ternura
De avô que sempre é um pai na vida
Ama os seus netos com toda doçura
Estás linda, bela, quase mulher
No resplendor da vida, doce encanto
És a criatura que desejo ver
Mesmo neste meu doce e triste pranto
És a flor legítima do meu jardim
Trazendo dentro de ti toda essência
Tu és uma rosa, cravo ou jasmim
Pois és minha neta por excelência
Eu rezo para tua felicidade
Tenho medo da maldade do mundo
Porque teu amor é puro, é verdade
Teu amor é gostoso muito profundo
Minha boneca, meu tesouro, meu amor
A graça que mora em teu coração`
É benção divina que amena a dor
Nos enche desse amor e de paixão."
Maranfer
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 15:16 0 comentários
Doce e Suave..
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 13:12 0 comentários
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18 abril 2010
17 abril 2010
"Abre os teus armários.
Eu estou a te esperar
para ver deitar os sol
sobre os teus braços castos.
Cobre a culpa vã...
até amanhã eu vou ficar
e fazer do teu sorriso um abrigo."
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 15:12 0 comentários
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Sentimental
"O quanto eu te falei?
Que isso vai mudar
Motivo eu nunca dei
Você me avisar, me ensinar
Falar do que foi pra você
Não vai me livrar de viver
Quem é mais sentimental que eu?
Eu disse e nem assim se pôde evitar
De tanto eu te falar
Você subverteu o que era um sentimento e assim
Fez dele razão pra se perder
No abismo que é pensar e sentir
Ela é mais sentimental que eu
Então fica bem
Se eu sofro um pouco mais
"Se ela te fala assim, com tantos rodeios, é pra te seduzir e te
Ver buscando o sentido daquilo que você ouviria displicentemente.
Se ela te fosse direta, você a rejeitaria."
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim
Eu sei, não é assim, mas deixa
Eu só aceito a condição de ter você só pra mim
Eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir."
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 14:47 0 comentários
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16 abril 2010
"Tenho 25 anos de sonho, de sangue
E de América do Sul
Por força desse destino
O tango argentino me vai bem melhor que o blues"
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 15:44 0 comentários
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14 abril 2010
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 20:16 0 comentários
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11 abril 2010
Poema nº 4
Digo-te que sim
Digo-te que não
Como pode ser então?
Essas escolhas tão difíceis
Que você não sabe o que pensar
Ou o que deveria achar
Qual caminho seguir?
Como devo agir?
ou pelo menos, reagir
Isso tudo me deixa assustada
Definitivamente impressionada
Com tudo que há a minha frente
Não quero enganar
muito menos delirar
Ser honesta agora é o que importa
assim que na minha mente deixar de ser torta.
Ps: péssimoo! mas é isso que sai as 4 da manhã.
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 04:17 0 comentários
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02 abril 2010
Sim, é complicado, eu sei. Mas o que posso fazer?
Bom, ontem eu acordei sabendo que eu tinha tanto a falar aqui. Algo que eu precisava desabafar de alguma forma, e que forma melhor que eu tenho do que essa, não é.
Porque sim os pensamentos continuam rodando por aqui, embora a vontade, o desespero de sentir, e nao apenas de sentir, mas de saber realmente o que se passa, é maior, mais verdadeiro. Algo real. Ah. e quando você sabe de coisas que você nao gostaria de sentir, mas fazer o que.
Pois bem, mais ou menos isso.
Mas agora a exaltação já passou. Passou com uma visão mais realista da situação e do objeto desejado. Nada melhor do que você abrir os olhos pra outras coisas. Existem tantas coisas maiores. Tantas coisas mais importantes que tudo. E eu tenho que botar na minha mente que talvez agora não seja a minha hora, não que ela não virá. Ela virá. Um dia. Do mesmo jeito que foi vir pra cá. Não foi exatamente na hora que eu queria. Foi na hora que me era melhor. Na hora que eu estava pronta. Depois de ter passado por algumas provas de vida que me deram mais maturidade pra encarar tudo isso e mais um pouco. Talvez se tivesse vindo antes não teria sido tão engrandecedor com está sendo e definitivamente não teria conhecido pessoas tão legais como conheci aqui.
É como se eu fosse um jardim. Eu já floreci. Sim. Mas passei por seus invernos. Alguns amenos e outros rigoros. Mas sempre adubando e o preparando para a próxima primavera. E não posso ficar esperando que toda a semente que pareça que vá cair, que passe por perto, seja a semente certa. O meu jardim não é seco. Ele tem muitas possibilidades. Sim, ele tem. Mas tenho que ter paciência e curtir as estações.
Sem pressa, Chica, sem pressa.
As coisas estarão lá para mim quando tiverem que estar. Quando for a minha hora de seguir em frente, de chegar onde tenho que ir.
Eu sei que a vida vai me levar, de uma forma ou de outra.
E por enquanto os sentimentos diminuiram tanto. A realidade veio ao meu encontro e me mostrou que as coisas não são como parecem. É a esperança de dias melhores que fazem as coisas mudarem de cor.
Luísa, não seja dautônica. Curta as coisas como são. Tudo tem seu bom e ruim. Curta o bom, trabalhe com o ruim e aproveite o que se têm.
Ainda não é a sua hora.
Postado por Luísa Marques Ribeiro às 21:27 0 comentários
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